Sala Verde UFSC
  • Atividades ON-LINE * Abril 2021

    Publicado em 19/03/2021 às 18:12

    Todas as atividades acontecerão pelo Conferência Web, sempre pelo link abaixo, na data e horário marcados.

    https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/sala-verde-ufsc

    Faça sua inscrição para garantir seu certificado de participação.

     

    Alimentação Viva – Cuidados com a Higiene Pessoal e Casa

    Inscrição 15 de abril: http://inscricoes.ufsc.br/activities/5876

     

    Constelação Familiar

    Inscrição 08 de abril: http://inscricoes.ufsc.br/activities/5825

    Inscrição 22 de abril: http://inscricoes.ufsc.br/activities/5826

     

    Música para Nascer – Musicoterapia para a Gestação

    Inscrição 29 de abril: http://inscricoes.ufsc.br/activities/5972

     

    Papo Verde – A Capoeira como projeto e estilo de vida

    Link para inscrição – http://inscricoes.ufsc.br/activities/5930


  • OFICINAS ON-LINE * MARÇO 2021

    Publicado em 25/02/2021 às 15:42

    As oficinas acontecerão pelo Conferência Web, sempre pelo link abaixo, na data e horário marcados.

    https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/sala-verde-ufsc

    Faça sua inscrição para garantir seu certificado de participação.

    Alimentação Viva – Terrapia 

    Inscrições para  o dia 29/03 http://inscricoes.ufsc.br/activities/5875

     

    OFICINAS DE CONSTELAÇÃO FAMILIAR

    Inscrições para  o dia 11/03 : http://inscricoes.ufsc.br/activities/5697

    Inscrições para  o dia 25/03 : http://inscricoes.ufsc.br/activities/5823

     

     


  • Oficinas Online – Fevereiro 2021

    Publicado em 02/02/2021 às 14:24

    A partir de 21/02, pelo Zoom: https://cutt.ly/nkzzWJc
    ID da reunião: 894 4488 1300
    Senha de acesso: 816971
    Inscrições: inscricoes.ufsc.br/activities/5681


    23/02: Mandalas em psicologia, filosofia e arte expressão

    Pelo Conferência Web: https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/sala-verde-ufsc
    Inscrições: inscricoes.ufsc.br/activities/5682


  • SV UFSC no YouTube e Telegram

    Publicado em 29/01/2021 às 15:13

    Segue a gente!
    https://www.youtube.com/SalaVerdeUFSC


    Nosso canal: https://t.me/salaverdeufsc


  • Oficinas Online – Janeiro 2021

    Publicado em 25/01/2021 às 7:53

    As oficinas acontecerão pelo Conferência Web, sempre pelo link abaixo, na data e horário marcados.
    https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/sala-verde-ufsc

    Inscrições:
    28/01: inscricoes.ufsc.br/activities/5694
    29/01: inscricoes.ufsc.br/activities/5696


    Inscrições: inscricoes.ufsc.br/activities/5695


  • Feliz Ano Novo!

    Publicado em 19/01/2021 às 8:21


  • Oficinas Online – Dezembro 2020

    Publicado em 21/11/2020 às 10:58

    As oficinas acontecerão pelo Conferência Web, sempre pelo link abaixo, na data e horário marcados.
    https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/sala-verde-ufsc

    http://inscricoes.ufsc.br/activities/5592

    http://inscricoes.ufsc.br/activities/5581

    http://inscricoes.ufsc.br/activities/5580

    http://inscricoes.ufsc.br/activities/5504


    http://inscricoes.ufsc.br/activities/5503


    Dia 09/12: http://inscricoes.ufsc.br/activities/5502
    Dia 10/12: http://inscricoes.ufsc.br/activities/5501

     


  • Agrotóxicos

    Publicado em 03/11/2020 às 12:16

    A cada ano que passa, pesquisadores, ambientalistas e até mesmo o cidadão que busca uma alimentação mais consciente se assusta com os perigos “invisíveis” que o agrotóxico pode causar na nossa saúde e também no meio ambiente. 

    O relatório do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), coordenado pela Anvisa em conjunto com órgãos governamentais e municipais, publicou em 2019 o resultado de testes realizados entre 2017 e 2018 que analisaram amostras de alimentos representativos da dieta brasileira, como o arroz, a laranja, o tomate, a alface, o alho, entre outros, para avaliar os riscos de curto prazo (doses altas) a longo prazo (acúmulo de doses baixas) de intoxicação por exposição a essas substâncias químicas danosas. Veja na tabela a seguir, os resultados da pesquisa de resíduos tóxicos por alimento, em conjunto com os agroquímicos identificados e seus efeitos.

    De acordo com essa pesquisa, foram registrados até 270 agrotóxicos diferentes no total, 16% a mais do que na edição anterior do relatório. No geral, o agrotóxico mais encontrado foi o imidacloprido, que apareceu em 16% dos casos. O inseticida é o oitavo agrotóxico mais vendido no Brasil, com 10 mil toneladas comercializadas em 2018, segundo o Ibama. Ele é um neonicotinóide, derivado da nicotina, que tem capacidade de se espalhar por todas as partes da planta. Ou seja, descascar o alimento ou lavá-lo não é suficiente para retirar todos os resíduos. Ele também é fatal para polinizadores, como a abelha. 

    A agência concluiu que de mais de 1.000 amostras, 230 apresentaram algum risco e apenas 41 têm potencial de risco agudo, desse grupo 27 eram laranjas, então, a cada 14 laranjas vendidas nos mercados, uma tinha agrotóxico suficiente para causar uma intoxicação imediata em quem consumiu – um cenário preocupante para um país onde a fruta é consumida com frequência. 

    “O risco agudo inclui uma gama de sintomas como enjoo, dor de cabeça, alteração do ritmo cardíaco e respiratório, em alguns casos podendo levar a pessoa a ser hospitalizada”, explica Karen Friedrich, da Fiocruz.

    Com isso há fatores importantes a serem considerados. Além da intoxicação pela ingestão desses alimentos, os números também revelam que a contaminação da água está aumentando cada vez mais. Outra pesquisa, realizada com esforço conjunto da Agência Pública e Repórter Brasil mostram os seguintes dados: “Em 2014, 75% dos testes detectaram agrotóxicos nas águas. Subiu para 84% em 2015 e para 88% em 2016, chegando a 92% em 2017”. Conclui-se então que, nesse ritmo, em alguns anos pode ficar difícil encontrar água sem agrotóxico nas torneiras do país.

    Comparando os dados apresentados, percebe-se que a região Centro-Sul do país representa uma das áreas mais contaminadas por agrotóxicos e, consequentemente, os estados com mais mortes por contaminação. De fato, não é por acaso que o estado de São Paulo é um dos maiores produtores de laranjas do Brasil, e do mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) são registradas 20 mil mortes por ano devido ao consumo de agrotóxicos. Os principais afetados são os agricultores e trabalhadores das indústrias de agrotóxicos, entretanto, o efeito nocivo dessas substâncias pode ir além da contaminação direta no momento da aplicação ou do território onde fica a plantação, gerando um número de mortes e adoecimentos que não aparecem nas estatísticas, como doenças por exposição crônica, como o câncer, e o transtorno mental, por exemplo, a  depressão, que crescem cada vez mais.

    O Brasil se tornou o maior consumidor de veneno agrícola desde 2008, o que decorreu do desenvolvimento do agronegócio no setor econômico. Há sérios problemas quanto ao uso desses venenos no país, inclusive a permissão de agrotóxicos já banidos em outros países e a venda ilegal de agrotóxicos que já foram proibidos. Enquanto a Europa vem reconhecendo gradativamente desde 2007 a relação de doenças, como por exemplo o mal de Parkinson, associado ao consumo desses resíduos nos alimentos, dados revelam que o governo brasileiro vai contra esse movimento, sendo atualmente o segundo maior comprador de agrotóxicos fabricados em solo europeu. São 41 tipos diferentes de agrotóxicos proibidos dentro do bloco europeu, mas autorizados para fabricação e exportação. Uma contradição. 

    Após toda essa discussão, surge a seguinte pergunta: existem alternativas? 

    A resposta é sim, a agroecologia, a qual deve ser compreendida como ciência e prática interdisciplinar que considera não só o conhecimento científico, advindo das ciências agrárias, da saúde, humanas e sociais, mas principalmente as técnicas e saberes populares (dos povos tradicionais) que incorporam princípios ecológicos e tradições culturais às práticas agrícolas gerando uma agricultura sustentável e promovendo a saúde e a vida digna. Tem como princípios fundamentais: solidariedade, sustentabilidade, preservação da biodiversidade, equidade, justiça social e ambiental, soberania e segurança alimentar e nutricional. Além disso, práticas simples, como procurar saber a procedência do produto escolhido, comprar alimentos da estação e de agricultores locais e, se for possível, ter uma pequena horta são atitudes que já fazem a diferença na nossa qualidade de vida.  

    Você se interessou pelo assunto sobre práticas saudáveis?  Acompanhe as oficinas da Sala Verde UFSC (no momento online) para uma melhor qualidade de vida e compartilhe seus conhecimentos e experiências. 

     

    Fontes:
    https://apublica.org/2020/10/laranja-pimentao-e-goiaba-alimentos-campeoes-de-agrotoxicos-acima-do-limite/

    https://portrasdoalimento.info/2020/09/10/brasil-e-2o-maior-comprador-de-agrotoxicos-proibidos-na-europa-que-importa-alimentos-produzidos-com-estes-quimicos/ 

    https://www.brasildefato.com.br/2019/08/22/mais-de-70-das-mortes-por-agrotoxicos-ocorrem-nas-regioes-sudeste-e-nordeste
    https://www.inca.gov.br/exposicao-no-trabalho-e-no-ambiente/agrotoxicos


  • Oficinas Online – Novembro 2020

    Publicado em 29/10/2020 às 8:31

    As oficinas acontecerão pelo Conferência Web, sempre pelo link abaixo, na data e horário marcados.
    https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/sala-verde-ufsc

    Crochê Tunisiano:

    Inscrições: http://inscricoes.ufsc.br/activities/5427

    Leites e Queijos Vegetais:

    Inscrições: http://inscricoes.ufsc.br/activities/5499

    Encontro com Constelação Familiar Sistêmica:

    18/11: http://inscricoes.ufsc.br/activities/5449
    19/11: http://inscricoes.ufsc.br/activities/5450

    Ecocaderno:

    Inscrições: http://inscricoes.ufsc.br/activities/5534


  • Não Há Planeta B

    Publicado em 08/10/2020 às 10:26

    Segundo dados de 2019 da Organização das Nações Unidas (ONU), nos últimos 22 anos foram registrados os 20 anos mais quentes da história do mundo, sendo que os quatro mais quentes foram de 2015 a 2018, mas 2020 deve bater todos os recordes. Cientistas do Copernicus Climate Change Service (C3S) relatam que setembro de 2020 foi o mês mais quente da história, dentre todos os registros de que se tem notícia. Até então, o título era de setembro de 2019, ano em que inúmeros recordes de temperaturas altas foram batidos – só no hemisfério norte foram 400 recordes no verão.

    No Brasil, onde queimadas têm devastado áreas gigantescas da Amazônia, do Pantanal e de outros ecossistemas, as temperaturas em setembro também bateram recordes, e em outubro não está sendo diferente. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) chegou a emitir um alerta de risco de morte por hipertermia.

    Estudos científicos têm indicado que cerca de 3,5 bilhões de pessoas poderão viver em zonas de calor extremo até 2070. As altas temperaturas atingidas atualmente são decorrentes da ação humana, dificilmente ocorreriam num processo natural, e devem continuar subindo, a menos que haja mudanças globais significativas – como, por exemplo, a redução da emissão de dióxido de carbono na atmosfera. Hoje, o principal país emissor é a China, seguida dos EUA, União Europeia, Índia e Rússia.

    Imagine todo o prejuízo causado por tamanho desequilíbrio ambiental. Catástrofes como enchentes, secas prolongadas e furacões cada vez mais comuns. A vida se torna cada vez mais difícil na Terra. Inclusive a produção de alimentos é imensamente afetada.

    Ainda há quem não acredite nas terríveis consequências dessa mudança climática, muitas vezes chamada de aquecimento global, mesmo com todas as evidências dos estragos que o ser humano está causando no planeta. Na era da pós-verdade, há quem apele para emoções e crenças pessoais em detrimento dos fatos objetivos. Isso precisa ser erradicado urgentemente, antes que nós mesmos sejamos extintos.

    Seria tão bom viver em meio a menos concreto e mais natureza. Estamos em período eleitoral. Que tal perguntar a seus representantes políticos: o que você tem feito/planeja fazer pela preservação do meio ambiente? Que tal incentivar ações concretas no seu município? Como seria bom se cada novo loteamento reservasse uma área para uma grande praça arborizada, uma reserva ambiental, não é mesmo? E se cada casa tivesse uma árvore e um sistema de coleta de água da chuva? Se toda cidade fizesse reciclagem de papel, plástico, vidro, se fizesse compostagem com os resíduos orgânicos? Grande parte daquilo que chamamos de lixo, que vai para um aterro sanitário, ou muitas vezes acaba poluindo os rios e mares, é na verdade resíduos que poderiam ter uma destinação correta, gerando inclusive renda, além de contribuir para o equilíbrio ambiental. Por que estamos tão distantes disso?

    Pensando em cada um de nós como indivíduos: qual quantidade de ‘lixo’ eu produzo por dia? Qual quantidade de poluentes, mesmo que indiretamente, as minhas ações geram na atmosfera (pelo uso de combustíveis fósseis, por exemplo) e na natureza como um todo? Com a minha alimentação, quais empresas, estilos de vida e impactos ambientais estou apoiando? Será que consigo diminuir o consumo de carne? Escolher marcas de empresas que agem em favor da sustentabilidade? Claro que nem todos têm a liberdade de escolha, principalmente por uma questão financeira, mas, se você tem, pense sobre isso e aja enquanto ainda há tempo.

    Todos gostam de sombra, mas poucos plantam árvores. Preservar o meio ambiente é preservar a nós mesmos, a nossa própria vida. A natureza não precisa de nós; aliás, estaria muito melhor sem nós. Nós é que precisamos (muito) dela.


    Fontes:
    https://www.bbc.com/portuguese/geral-46424720
    https://www.climatempo.com.br/noticia/2020/10/07/setembro-foi-o-mes-mais-quente-da-historia-6064
    https://www.dw.com/pt-br/cerca-de-35-bilh%C3%B5es-poder%C3%A3o-viver-em-zonas-de-calor-extremo-at%C3%A9-2070-diz-estudo/a-53339152
    https://www.ecycle.com.br/8454-consequencias-do-aquecimento-global.html
    https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2020/08/planeta-esta-batendo-recordes-de-calor-e-ficara-ainda-mais-quente-no-futuro